Revista Jardins

Dicas para uma jardinagem sustentável

aromáticas compo

A jardinagem já é, por si só, um contributo para o ambiente, mas podemos sempre torná-la mais sustentável através de simples escolhas.

A sustentabilidade é uma das grandes temáticas da atualidade e uma preocupação transversal a toda a sociedade. Independentemente da escala que as nossas ações possam ter, é importante que tentemos sempre mitigar a nossa pegada ecológica de forma a caminharmos juntos para um planeta mais saudável.

Quando jardinamos em casa, podemos ter o cuidado de diminuir o nosso impacto através da escolha dos produtos que utilizamos. Isto aplica-se até a quem tem pequenos espaços exteriores, como varandas ou terraços.

O recipiente

Em primeiro lugar, considere reutilizar vasos e floreiras que tenha em casa, diminuindo o consumo, o desperdício e até os custos. Se tiver que comprar e optar por plástico, tenha especial atenção à origem do produto e escolha marcas que utilizem plástico reciclado e reciclável e produzido com recurso a energias mais limpas.

Deve ainda escolher um vaso onde possa plantar mais do que uma planta para, desta forma, maximizar a utilização do substrato, da água e do adubo. Mas tenha atenção às dimensões do vaso. Uma vez que as plantas crescem em profundidade tanto quanto a sua parte aérea, deve ter em consideração que a altura do recipiente é mais importante do que a largura.

O substrato

O substrato deve ser orgânico e vegetal e, se possível, cuja matéria prima provenha de reaproveitamento de outros recursos, por exemplo, de subprodutos da indústria alimentar ou produtos reciclados de origem vegetal.

A Compo tem substratos biológicos de elevada qualidade, preparados para as necessidades de todo o tipo de plantas. Um substrato 100% vegetal, vegano e sem elementos de origem animal nem turfa. Na sua composição tem várias fibras e melaço que garantem os nutrientes necessários para o desenvolvimento das plantas durante as primeiras semanas. O melaço é um fertilizante natural resultante da produção de açúcar, sem aditivos.

Não se esqueça também de verificar se os sacos onde o substrato está guardado cumprem os princípios da economia circular, ou seja, se não estão superdimensionados ou com overpackaging, e se o material é reciclado e reciclável.

As plantas

Escolher plantas mediterrânicas adaptadas às nossas condições climáticas, que são naturalmente mais resistentes ao calor, menos exigentes em água e mais resistentes a pragas e doenças, aumenta a sua viabilidade, diminui a manutenção e os recursos necessários.

Optar por plantas perenes também é vantajoso. Aumenta a longevidade da floreira, evitando que se mudem as plantas e o substrato duas vezes por ano.

Para tirarmos o maior proveito do espaço, é interessante escolher espécies que se possam utilizar, por exemplo, na cozinha. Quem não gosta ter alecrim, alfazema ou tomilho fresco sempre disponível?

Não se esqueça ainda de colocar espécies que gostam de sol em locais soalheiros e plantas que precisam de menos exposição solar em locais cobertos ou semicobertos. Assim as plantas terão um melhor desenvolvimento e, por não entrarem em stress, precisarão de menos cuidados.

Se aproveitar a mesma floreira para plantar várias espécies, tenha em atenção as relações de companheirismo entre elas e deixe algum espaço para cada uma se desenvolver.

O fertilizante

O fertilizante deve ser orgânico, biológico e vegano. Sugerimos o fertilizante natural da Compo que, além de ser à base de melaço de beterraba fermentado, 90% da embalagem é produzida com materiais reciclados.

Se o substrato que utilizar na plantação tiver um fertilizante incorporado, terá que verificar por quanto tempo este garante a nutrição das plantas e só fertilizar passado esse tempo. Depois, deverá seguir as indicações e a dosagem recomendada na embalagem para saber quando e como deve fertilizar.

 

Curiosidade

Um dos princípios da economia circular consiste em aumentar o ciclo de vida dos produtos e manter o seu valor durante o maior tempo possível através do redesign, redução, reutilização, recuperação e reciclagem.

 

Veja este vídeo e saiba como cultivar aromáticas de forma sustentável.

 

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