Ciclâmen: a flor do amor e da arte

O ciclâmen é a flor do mês de janeiro! E onde há inverno, há cor, amor e alegria com esta flor.

E se já lhe demos a conhecer as suas condições de cultivo, a manutenção, assim como algumas dicas de como utilizar esta planta, agora trazemos-lhe algumas curiosidades sobre o ciclâmen.

Sabia que: 

  • O ciclâmen é considerada uma planta de sentimentos duradouros e carinho sincero. Devido ao seu tubérculo, que lhe permite suportar condições difíceis, o ciclâmen também é a flor do amor profundo. 
  • Para os antepassados, os pedúnculos do ciclâmen simbolizavam o amor maternal uma vez que as suas flores curvam-se de forma elegante para retornar o fruto ao chão durante a sua formação.
  • O nome ciclâmen permaneceu feminino por um longo período do tempo, até que por um engano de uma secretária do rei Luís XIV, foi alterado para o género masculino.
  • No Japão, o ciclâmen é considerada a flor sagrada do amor. Simboliza também para este país, juntamente com os rosas e os cravos a era da modernidade ocidental.
  • Uma das flores preferidas de Leonardo da Vinci era o ciclâmen. No início do século XVI, da Vinci utilizava esta flor para cobrir as margens dos seus manuscritos.
  • Foi utilizada por Luís XIV para adornar os salões de Versalhes.
  • É narrada por Jean-Jacques Rousseau na sua obra “Os devaneios do caminhante solitário”, na sua passagem pelos Alpes.
  • Após ter caído em esquecimento no século XVIII, o ciclâmen voltou a estar na moda no século XIX, quando foi cultivado por horticultores em Granelle, perto de Paris.
  • Emile Gallé e outros artistas da escola de Nancy utilizaram o ciclâmen como inspiração para as suas gravuras e pinturas.

Foto: Richard Keeler

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