Jardins

Jardins: quais as grandes regras para o seu planeamento?

Exemplo de um jardim

Qualquer jardim que se preze começa no planeamento. Por isso, antes de colocar qualquer planta convém verificar se o local é o mais apropriado.

No planeamento é importante ter em conta a altura e a largura que as espécies alcançam quando adultas para lhes deixar o espaço que necessitarão. Também convém ter em conta diversas possibilidades e escolher espécies que alternem as florações todo o ano.

A sol pleno

Aromáticas e suculentas

  • Manutenção: a maioria das plantas necessita de Sol, mas o Sol pleno pode ser prejudicial e poucas o aguentam, sobretudo se for acompanhado de falta de água.
    No cultivo destas espécies é essencial assegurar humidade mínima e para isso o “mulching” é muito importante.
    A rega por gota-a-gota é uma solução eficaz. Também é recomendável semear as plantas em grupos densos, criando micro ambientes.
  • Plantas: espécies suculentas e mediterrânicas, como as aromáticas, como lavanda, salva, melissa, gerânio, gazãnia e adelfa, entre outras.

Cantinho sombrio

Com folhagem exuberante

  • Manutenção: embora sempre se tenha considerado um problema, porque a luz é essencial para as plantas, existem muitas espécies que crescem melhor na sombra do que em qualquer outro local. Além dos cuidados específicos de cada planta, em geral, na sombra exigem menos rega. Pelo contrário, é preciso prestar muita atenção à adubação.
  • Plantas: embora também existam flores que crescem sem Sol (algumas hortênsias, entre outras), as protagonistas são as plantas com folhagem exuberante, como a hosta, entre outras.

Paredes e pérgolas

Trepadoras

  • Manutenção: o espaço vertical oferece muitas possibilidades de planeamento. Quer seja através de muros e paredes ou instalando estruturas como pérgolas e gelosias. O importante é podar os ramos para modelar a planta e conduzi-la através da estrutura.
  • Plantas: glicínia, clematite, rora trepadora ou madressilva, ao Sol. Na sombra, jasmim amarelo e hortênsia trepadora, entre outras.
Lírio branco

Em redor do lago

Aquáticas e de ribeira

  • Manutenção: os elementos aquáticos como o lago ou a fonte conferem interesse ao jardim. Tanto no interior como nas imediações se podem cultivar plantas.
    O importante é manter a água limpa, sem algas que impeçam a entrada da luz. Para isso, deve usar alguicidas.
  • Plantas: dentro do tanque, espécies aquáticas com os nenúfares à cabeça. Nas margens, plantas de ribeira, como lírios. Nas imediações, hostas.

Suspensas

Rocalha ou rasteiras

  • Manutenção: nas encostas, o melhor é construir uma rocalha (mistura de pedras e plantas) ou instalar espécies rasteiras, que requerem poucos cuidados.
    No caso da rocalha é preciso controlar o aparecimento de ervas daninhas e o crescimento das espécies, mediante a realização de podas.
  • Plantas: utilize plantas de baixo desenvolvimento.
Vasos de suculentas.

Leia mais: Vídeo: Como plantar Catos e Suculentas em Latas Vintage

No pátio

Vasos e jardineiras

  • Manutenção: os vasos são a solução para os pátios, terraços e alpendres. Neste recipientes é possível cultivar um grande número de plantas mas há que ter em conta que exigem mais esforço que o jardim. Deve regar e adubar mais frequentemente, mudar o substrato de vez em quando, além de podar as plantas.
  • É essencial escolher recipientes resistentes às geadas e que todos  tenham furos de drenagem na base para evitar a concentração da água.
  • Plantas: desde árvores de pequeno tamanho (Coníferas anãs, citrinos, loureiro e ficus) e arbustos (roseiras; fúcsia; hortênsia e azálea), até vivazes perenes e bolbosas (gerânios; petúnias; ervas aromáticas e culinárias; amores-perfeitos; túlipas, entre outras).

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